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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Mídias Sociais

Redes Sociais X Mídias de Massa X Co-Criação, como decidir estrategicamente a maneira ideal de atingir a mente e o coração do novo consumidor.

Artigo...
A maneira ideal de atingir os públicos não existe, cada caso é um caso. O importante é estar com o público e ser mutável, interagir, comunicar e se relacionar conforme o consumidor quiser.

Depois da popularidade das Redes Sociais entre os indivíduos das mais diversas tribos, classes sociais e etnias, as empresas também vêm apostando nessa tendência como estratégia para a expansão de seus negócios. Mas, apesar do sucesso já instaurado, ainda são muito pouco utilizadas de modo corporativo. O mundo inteiro está conectado e o Brasil está entre os países com maior número de usuários conectados. Mas, com as empresas, a adesão ainda é tímida.

Em artigos, matérias e entrevistas com o meio empresarial, a afirmação é que o objetivo de se juntar a essa população de conectados é para estreitar o relacionamento com seus clientes, consumidores e parceiros. Mas, isso tem se tornado “mídia” e tal exposição tem trazido resultados para estas empresas que já aderiram o movimento. Além de ser uma mídia barata, atinge diretamente o foco.

É natural que as empresas mais interessadas neste público são as que têm contato diretamente com o consumidor final, empresas de serviços e varejo principalmente. Esse ambiente online proporciona a todos uma enorme e rápida cadeia de informações. As pessoas desejam fazer parte do produto, opinar e mudar a sua maneira, esperando uma oportunidade de Co-Criação, pois, com a velocidade e a facilidade de informações, os consumidores já possuem uma visão global sobre as empresas, produtos, tecnologias, desempenhos, preço e sobre o próprio comportamento do consumidor. Para as empresas, é preciso deixar de criar para os consumidores para criar com os consumidores.

Mesmo com a aversão inicial, por conta da dificuldade de mensuração de benefícios, custos para manter uma estrutura online e capacitada e, os riscos da exposição, que pode se tornar um problema se fugir de controle, uma vez que a marca ou o produto quando citado é simultaneamente exposto a várias pessoas que podem compartilhar disso, positiva ou negativamente. Mas, esse aspecto precisa estar no planejamento das organizações, como ferramenta e não somente como uma oportunidade momentânea e, os olhares dos marqueteiros das organizações do mundo todo estão atentos ao fenômeno.

E, certamente, todas as formas de mídias somam umas as outras pois quando surgiu a TV, a mesma não fez desaparecer ou enfraquecer o Rádio, assim como não substituiu os Jornais Impressos. São simplesmente adequações naturais da evolução da humanidade, das mudanças de comportamento, entre outros fatores que, exigem isso de tudo e de todos.




sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Forno de Minas lança Sorvete de Iogurte

A Forno de Minas, tradicional indústria de pães de queijo lança o sorvete de iogurte (frozen yogurt) Vivo & Ativo.
Disponível nos sabores morango e chocolate sem gordura, e nos sabores frutas vermelhas e natural com menos de 1 grama de gordura em cada. O Vivo & Ativo recebeu investimentos na ordem de R$2 milhões, destinados à parceria com uma indústria norte-americana, desenvolvimento de embalagem e lançamento do produto.

Frozen




segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Segundo pesquisa, Coca-Cola é a marca mais valiosa do mundo

Um estudo divulgado pela Interbrand, apontou as 100 marcas mais valiosas do mundo este ano
A pesquisa analisa os três aspectos que contribuem para o valor de uma marca: desempenho financeiro, papel no processo de decisão de compra e a sua força para continuar garantindo a receita para a empresa.

Coca-Cola ocupou a primeira posição no ranking. Essa marca de refrigerantes vale US$ 71,861 bilhões, na frente da IBM, com US$ 69,9 bilhões, e Microsoft, com US$ 59 bilhões.



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Tim multiplica lucro com foco em ações para a nova Classe Média

Operadora pretende se aproximar dos consumidores das classes C e D com venda e recarga de chip em vans, ações sociais e patrocínio a eventos culturais.

Mirando no mercado das classes C e D, a Tim tem lançado serviços populares e reforçado o esquema de vendas em comunidades do Brasil. Com a ajuda destes novos consumidores, a operadora quase triplicou o lucro líquido, com alta de 178% na comparação entre o segundo semestre de 2011 e o mesmo período de 2010, atingindo R$ 350 milhões.
De acordo com uma pesquisa da FGV lançada em junho deste ano, são 105,4 milhões de pessoas, ou 55,05% da população, incluídas na classe C, com salário entre R$ 1.200 e R$ 5.174. Este é um público que vem chamando a atenção de empresas de diversos setores. Segundo a Tim, entretanto, as medidas para atingir as classes mais baixas são apenas uma consequência do crescimento de renda.
Tim multiplica lucro com foco em ações para a nova classe média
“Começamos com a estratégia para nos comunicarmos com as Classes C e D há dois anos e meio. Não foi um reposicionamento ou mudança de planos, acabamos atingindo devido ao crescimento do acesso aos serviços”, diz Lívia Marquez, Diretora de Marketing Advertising da Tim Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Serviços baratos
Dentro desta estratégia estão alguns serviços mais baratos, englobados nos planos Infinity. O Infinity Pré foi lançado em 2009, com a criação da tarifação por chamada, ou seja, os clientes só pagam o primeiro minuto das ligações para outro Tim. O plano conta com 44 milhões de usuários, de acordo com dados da operadora do segundo trimestre de 2011, o que representa mais de 90% de sua base pré-paga.
Um dos sucessos mais recentes da empresa, lançado em agosto de 2010, é a internet a R$ 0,50 por dia, cobrados apenas quando há uso do serviço. O Infinity Web é compatível com qualquer celular, e não somente smartphones, o que explica a adesão de 1,8 milhão de usuários únicos diários. Desde o início do ano, a Tim também oferece torpedos ilimitados a R$ 0,50 por dia.
O preço mais baixo ainda é o principal atrativo para estes consumidores, mas o processo pode mudar. “As classes C e D estão se expandindo e buscam serviços de valor agregado, já que existem muitas opções de celulares. Eles querem produtos cada vez melhores, mesmo por um valor maior”, diz Alex Ferreira, professor de Marketing do Ibmec, em entrevista ao Mundo do Marketing. “O serviço mais barato contribui, mas não é o fator predominante para o crescimento de clientes nestas classes”.
Aproximação
Para apoiar as vendas e fidelizar os consumidores recém conquistados, a operadora investe no relacionamento próximo aos clientes nas comunidades. Umas das medidas é a loja no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. A empresa aposta em canais de venda alternativos para levar estes produtos diretamente aos moradores. “Não adianta fazer um esforço na comunicação e não conseguir se aproximar, chegar até lá”, diz Lívia.
Uma das medidas é a divulgação e venda de chips por meio de motorista de van nas comunidades, na rádio comunitária, com porta-vozes, e em estabelecimentos locais, como padarias, bancas e lanchonetes. “Os comerciantes compraram nossa ideia e isso também estimula o comércio local”, diz Lívia. 
Mostrar que atua na comunidade de maneira sustentável ao incentivar o crescimento dos comerciantes e dos próprios consumidores faz parte da estratégia de responsabilidade social da empresa. Por isso, a companhia apoia eventos, ações sociais e anuncia nos veículos locais.Tim multiplica lucro com foco em ações para a nova classe média
Relacionamento
Outro diferencial é a linguagem mais recomendada para atingir o público. “Olhamos para estes novos e potenciais consumidores com cautela. Reformulamos nossa linguagem, tornando-a mais aprazível nos materiais de comunicação e fazendo ações mais simples e diretas”, diz Lívia.
Para isso, as propagandas em mídia impressa e filmes falam mais objetivamente sobre os benefícios dos serviços. A empresa também pretende se aproximar do público com ações culturais que se relacionam com ele. No futebol, por exemplo, a operadora patrocina oito times e aproveita o investimento divulgando um chip especial Infinity Pré para os torcedores do Flamengo, Corinthians, Grêmio, Internacional, Palmeiras e São Paulo. O serviço tem hinos, alertas de gol e papéis de parede dos clubes.
Outras ações de aproximação são uma parceria com a Supervia, operadora de trens do Rio de Janeiro, para exposição da marca e venda de chips nos trens, além do patrocínio à escola de samba Mangueira. A Tim também levará, em dezembro deste ano, artistas sertanejos populares, como Luan Santana, a cidades do interior paulista e Brasília. A empresa planeja ainda revelar um novo talento do estilo musical por meio de um concurso cultural na internet. 
Longo prazo
Um dos problemas de chegar a um crescimento tão grande em pouco tempo pode ser a infraestrutura. No site Reclame Aqui, por exemplo, a Tim ocupa o primeiro lugar entre as empresas com mais reclamações nos últimos 12 meses por problemas como falha na conexão e atendimento ruim.  
“A Tim está no caminho certo ao investir nesta classe, que ainda crescerá, mas ao mesmo tempo, quando a base aumenta, há uma necessidade de dar retorno”, diz Ferreira, do Ibmec. “É preciso investir no relacionamento a longo prazo com os clientes. Se não entregar o serviço, sem o devido cuidado com a estratégia de expansão, pode ser um tiro no pé mais à frente”.

Por Fernanda Salem, do Mundo do Marketing | 17/11/2011


Cerveja dos Simpsons chega ao Brasil

Quem acompanha o desenho Os Simpsons já deve ter reparado que apenas uma marca de cerveja é servida no Bar do Moe: Duff.
Agora, essa cerveja chega ao Brasil. Mas ao contrário do desenho, onde ela é barata e de baixa qualidade, a versão brasileira pertence à categoria puro malte (que não tem adição de outros cereais, como arroz e milho). A Duff não é uma marca oficial da Fox. Ela foi registrada pelo mexicano Rodrigo Contreras e lançada na Espanha em 2007, em parceria com a cervejaria belga Haacht Brewery. A bebida começa a ser produzida no Brasil pela cervejaria catarinense SaintBier. Os direitos de produção foram adquiridos pela Duff do Brasil.
O rótulo da garrafa é fiel ao do desenho animado, e por enquanto não há projeto para a versão em lata.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Austrália aprova fim de marcas nas embalagens de Cigarro

O senado da Austrália aprovou hoje a lei que proíbe a exibição de qualquer logotipo nas embalagens de cigarro.
A partir de dezembro de 2012, os cigarros serão vendidos em pacotes de cor verde-oliva, escolhida através de pesquisa por ser a menos atraente para os fumantes. A marca será escrita com uma fonte pré-definida. Os alertas sobre os riscos para a saúde devem ocupar 75% da frente da embalagem e 90% da parte de trás. A indústria de cigarros informou que irá à Justiça para impedir que a lei entre em vigor.

cigarros

Fonte: EmbalagemMarca


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

5 lições de inovação da Havaianas para o seu Negócio

Como o exemplo das sandálias pode ensinar os empreendedores a darem uma virada nos negócios
De simplórias a ícone fashion, as sandálias Havaianas passaram por um processo de inovação que foi responsável por levar a marca a mais de 80 países, colocar 5,5 mil dos 17,5 mil funcionários fora do Brasil e trazer 33% da receita em moeda estrangeira. Hoje, a empresa investe de 2% a 3% do faturamento com inovação. Marcio Utsch, presidente da Alpargatas.


1. Reinvente-se
A inovação não está totalmente atrelada a grandes avanços tecnológicos ou mudanças drásticas na empresa. Pode ser um novo processo ou uma modificação em um produto que vão fazer os clientes te enxergarem com outros olhos. “Inovação não é só inventar. É também reinventar-se”, sugere o executivo.
2. Não crie um departamento só de inovação
“Se houver um departamento de inovação, você tira dos outros funcionários a função de inovar”, define Utsch. Segundo ele, as empresas devem ter, sim, equipes especializadas em novas tecnologias e pesquisa, mas ir além e envolver toda a companhia na idéia de inovação. “Crie um ambiente em que os valores de empregados e companhia são os mesmos. As idéias vão prosperar e virar coisas importantes”, diz.
3. Deixe de lado velhas idéias
Para empresas muito consolidadas ou burocráticas, fazer mudanças pode significar um sofrimento. O executivo acredita que, mais do que inovar, os empreendedores devem estar sempre conectados com as coisas novas. “A inovação não deve ser um gargalo para modelos de gestão tradicional. O problema não é ser tradicional, é ser velho e com idéias congeladas”, sugere.
4. Antecipe as necessidades dos clientes
Sai na frente quem for capaz de entregar aos clientes algo que eles nem sabiam que precisavam. Esta é a concepção do executivo sobre produtos inovadores. “Se você fizer só o que a pesquisa de mercado diz, você vai copiar idéias. Você precisa criar baseado em necessidades das pessoas, mas que elas não sabem que têm”, ensina.
5. Elimine a concorrência com inovação
Deixar a concorrência para trás foi uma das tarefas da Havaianas. Para Utsch, manter-se à frente da concorrência é vital para qualquer empreendedor. “Concorrente bom é concorrente morto e uma das formas de eliminar a concorrência é com inovação”, ensina.


Não deformavam, não tinham cheiro e não soltavam as tiras. Criadas em 1962, as sandálias Havaianas ficaram conhecidas pela comodidade e estavam nos pés de pessoas comuns. Foi em 1994 que a Alpargatas decidiu melhorar a imagem do seu principal produto.